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Sobre a vida, o homem e o amor, ao som de "Touch Me"

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Sacha Collisson & John Fitz ft Abigail Bailey - Touch Me


  • Só conseguimos compreender aquilo para o qual a nossa sensibilidade foi despertada, por isso frequentemente erramos e falhamos juntos dos outros e, digamo-lo, junto de nós mesmos. Não nos conhecemos assim tão bem, por isso é importante expandir horizontes, isso reflecte-se na compreensão de todas as frente da vida ... (We can only understand what we are shown)

  • Vivemos a vida repletos de questões para as quais não temos resposta, muitas delas envolvendo outras pessoas a quem devotamos (vale no presente, passado, futuro) mais ou menos dedicação, nas formas de tempo, afecto, amor, ideias. Porque temos ideias? O que é suposto fazer com o que nos ocorre pensar? E...qual o sentido final do que sentimos pelos outros, e das acções que despoletam esses sentimentos?... (How was I supposed to know our love will grow?)

  • No processo de aprendizagem não há retorno: só apontando para o que é nobre, virtuoso, ético conseguiremos raiar uma vida superior, uma vida virtuosa, uma vida que minimiza personalidades em detrimento da comunhão com a massa única de que todos somos parte... (Take a little higher, I'm thinking it too )

  • Embora não o enquadremos tipicamente desta forma, a realização passa muito pelas sinergias resultantes do conseguir sincronizar o que sentimos com aquilo que os outros sentem. Por isso ninguém é feliz festejando sozinho, por isso só faz sentido para o homem amar os outros e plasmar esse sentimento nas mais diversas acções que lhe compete desempenhar.  (Tell me what you're feeling, I feel it with you)

  • Reconhecemos prontamente ao amor, o verdadeiro, a força de anular muitas questões que, parecendo grandes, não conseguem afectar-nos de modo tão significativo como o amor consegue. É isto que explica como o amor nos cativa e transcende raciocínios, opiniões, em suma, a personalidade... (You touch my mind, In special places, My heart races with you)

  • Por isso o amor é sem dúvida o fluxo mais importante que pode ser emanado e recebido por um ser humano: é capaz de curar a imperfeição que nos angustia, mas também de compensar  a ignorância que nos faz temer a vida e temer a morte. Por isso o amor cura, e dessa cura tendemos a depender para sanear a nossa intranquilidade. (Heal me with your loving, I need you so much, I need you so much)

  • Para terminar, cientes das diferenças formas e magnitudes que o amor assume, reconhecemos à forma mais intensa de comunhão com outro ser o expoente do amor ("O" amor), o que nos leva a, perante os trágicos riscos de falhar, de vir a sofrer, de marcar passo,  de investir em vão no outro, de trabalhar afincadamente para o incorporar em nós e nos incorporarmos neles, continuemos a elegê-lo como "a" coisa certa a fazer. O amor também protege os audazes... (I'll take your love, I'll take my chances, I'll take them with you)

1 comentário:

  1. Achei esta tua reflexão simplesmente fabulosa! Agora já ouço esta música de uma forma diferente, muito mais profunda... Gostei :)
    http://fotosophiac.blogspot.pt/

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